Liderança Situacional
O formato estratégico essencial intitulado Liderança Situacional desfaz completamente a complexidade rotineira imposta pelos conceitos falidos originários de cursos de liderança unificada em caixa única imposta para as corporações. Este modelo tático flexível defende enfaticamente que o líder deve mutar drasticamente sua personalidade gerencial corporativa pontual para adequar seus graus de orientações diárias à competência madura corporativa psicológica momentânea do liderado focado nas tarefas de execução atuais.
Na rotina administrativa do dia a dia, a prática demanda que o gestor abandone posturas únicas ditatoriais fixas nas suas lideranças táticas engessadas sem ressonância atualizada rotineiramente adaptativa constante baseada nos estágios psicológicos variados mensais. Exemplo real formatado: se um grande desenvolvedor atua isolado e perfeitamente bem há 2 anos, a sua Liderança Situacional delega e se afasta sumariamente, cobrando resultados nas sextas. Se, no entanto, na mesma hora, ele admitir um estagiário na equipe; o mesmo gestor vai mudar para a fase formadora focada ‘diretiva’ tática onde precisará explicar passivamente o andamento da tarefa diariamente ensinando do zero a postura madura da área corporativa para adequá-lo imediatamente rotineiramente gradualmente sem frustrações.
A diferença para lideranças arcaicas tradicionais do mercado autoritário e rígido e do líder paternalista passivo global (conhecidos mundialmente nas multinacionais falidas atuais), é que eles gerenciam com estilos estagnados permanentes fixos com orgulho exacerbado impositivo inquestionável focado na ignorância constante rotineiramente engessada diária para com os subordinados variados, o que fatalmente detona a autonomia de grupos talentosos corporativamente autônomos sem precisão diária engajante e rotineiramente perdem-se talentos preciosos seniores em menos de 10 meses nas avaliações táticas engessadas de controle rigoroso micro-gerencial de processos diários engajantes.
